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Wednesday, April 8, 2015

The Ultimate Sacrifice por Talia Jager


Livro 1 de 3 da série Adolescentes Dotados (Gifted Teens)


Prólogo Mira


"Mira, você não pode deixá-la matar ninguém. Você entendeu?" ele perguntou.
"Sim". Fiz sinal com a cabeça.
"Nunca!"
"Já entendi!"
"Ela estará em grave perigo se ela matar... nós todos estaremos em perigo."

Capítulo 01 Kassia


Jana estava parada na minha frente, suas mães acenando na frente de meu rosto. Meu dom tomou conta de mim e eu não podia mais ouvi-la gritando. Jana nunca gostou de mim, ela tentava de tudo para me irritar. Ela nem ao menos era uma estudante em nossa escola, mas ela namorou vários garotos aqui. Apesar de ela ser parte do número crescente de humanos normais que sabiam sobre nós, ela não tinha ideia de qual era o meu dom, e eu podia deixa-la de joelhos com dor.
Eu fechei um pouco os olhos para me focar nela. De repente ela parou de gritar e começou a pressionar suas têmporas. Eu podia sentir a minha temperatura aumentar enquanto a raiva crescia cada vez mais em mim.
"Pare!" Mira gritou comigo. "Ela é insignificante! Não deixe ela te encher o saco!"
Eu me virei. Pena que minha melhor amiga era imune ao meu dom. Ninguém entendia o porque, e não era seu único talento. Ela também tinha o dom de compulsão. Ela podia dizer à alguém o que fazer e essa pessoa faria. Eram muitas as vezes que eu desejava ter o dom dela invés do meu. Tudo que eu precisava fazer era desejar que alguém estivesse com dor e em um minuto ou dois elas começavam a sentir.
Quando eu vi a preocupação nos olhos de Mira, eu larguei o dom. Ela suspirou de alívio e se virou para Jana. "Vá para casa Jana. Você nunca esteve aqui."
"Desculpa", eu disse, envergonhada que deixei novamente o meu dom tomar conta de mim.
"Você sabe o quão irritante isso está virando? Você precisa de mais autocontrole."
"Você está parecendo minha orientadora."
"Talvez eu deveria ser."
Eu queria dar um tapa nela, mas ela apenas me daria um tapa de volta e bateria mais forte que eu.
Nós entramos no carro e pegamos a estrada de duas mãos de volta para o campus, que ficava no meio das montanhas ao norte da Califórnia. Eu olhei pela janela para as árvores altas ao nosso redor. A lua apenas acabava de aparecer por cima do topo das árvores, iluminando o caminho para casa.
Depois de vinte minutos, as árvores foram diminuindo e a nossa frente estava o Instituto Glendale, uma de duas escola para os dotados no país. Glendale era formada de um aglomerado de prédios dentro de uma região florestal.
Nós paramos no estacionamento e subimos em direção ao jardim. Diretamente em frente ao estacionamento estava o campo de treinamento. Enquanto entrávamos no jardim, haviam dormitórios a nossa esquerda e direita, um para garotas e um para garotos. Logo em frente ficava o prédio dos professores, o refeitório e o centro de aprendizado.
Cada dormitório em formato de L tinha duas alas. No lado maior habitavam os alunos de ensino médio, e o lado menor para os de ensino fundamental. Quando nós entramos no nosso quarto que compartilhávamos, ela me disse, "Vai dormir."
"Não precisa dar uma de mãe comigo."
"Bem, alguém precisa e já que ninguém o faz eu tenho que fazer isso."
"Qual o seu problem?"
Seus olhos se estreitaram. "Eu estava com alguém quando você perdeu o controle."
Ah. Então era por isso. "Você conheceu um cara?"
"Sim e você tinha que arruinar tudo."
Comecei a me sentir culpada." Me desculpa Mira."
Seu rosto relaxou um pouco." Eu sei."
"Eu não queria ficar com raiva. Ela apenas....me irrita tanto." Eu ficava nervosa só de pensar naquela vadia.
"Você tem que aprender a ignorar algumas coisas."
Eu fiz língua pra ela."Pfff."
"Você sabe o que poderia acontecer se você realmente machucasse alguém?" ela perguntou, sua voz ficando mais alta.
Eu fiz um rabo de cavalo com meu cabelo." Eu me sentiria bem?"
"Não Kassia. Você teria problemas. Eles puniriam você. E me puniriam por não parar você."
"Tá bom, tá bom, vou fazer melhor na próxima vez."
"Você disse isso na última vez."
"É mesmo. Mas aquele cara mereceu!."
Ela deu gargalhadas." Verdade, mereceu." Ela começou a sorrir e nós duas caímos no chão rindo muito.



Eu observei Mira enquanto ela dormia, desejando conseguir dormir como ela. Os pesadelos normalmente me acordavam. No começo eles apareciam só de vez em quando, mas agora era toda noite. O cabelo longo e loiro de Mira estava espalhado por seu travesseiro. Seus lábios finos se mexiam de vez em quando. Ela era minha protetora, apesar de eu achar que na maioria das vezes ela estava protegendo os outros de mim.
As vezes eu me sentia como se fosse defeituosa. Eu tinha esse dom raro mas em vez de usá-lo para o bem eu usava pelas razões erradas. Houveram somente dez de nós documentados na história. Dez destruidores de mentes. Alguns estavam presos porque ninguém conseguia controlá-los. Outros foram mortos por esse mesmo motivo. Apenas alguns eram capazes de controlar seu dom. E então tinha eu. Eu tinha a Mira.
Todos os alunos do Instituto Glendale possuíam dons. Alguns dons, como o meu, deveriam ser usados apenas em caso de emergência. Porém, com meu temperamento forte, eu não acho que os deuses haviam planejado isso direito.
Como Mira chegou em mim tão rápido? Eu estava apostando que era por causa de Noe. Ela podia prever o futuro e ver coisas que ainda estavam para acontecer. Ela provavelmente ligou para Mira e avisou ela.
Enquanto o amanhecer estava se aproximando e o céu estava se iluminando com tons de amarelo e laranja, eu voltei para cama, silenciosamente puxando as cobertas por cima da minha cabeça, e fingir dormir. Um minuto depois, o alarme tocou. Eu ouvi Mira resmungar e acertar o criado mudo enquanto sua mão procurava o botão de desligar. Finalmente o alarme parou.
"Kassia. hora de levantar." Ela estava me sacudindo.
Eu resmunguei. "Tá bom."
"Nós podemos chegar no banheiro antes de todo mundo se nos apressarmos."
Vagarosamente, eu saí debaixo das cobertas, esfreguei meus olhos e bocejei. Era a minha melhor atuação. "O que estamos esperando então? Vamos lá."
Mira meu lançou um olhar e então sorriu. Nós andamos em direção ao banheiro que dividíamos com as duas outras garotas naquele corredor. Eu fui direto para um dos chuveiros e liguei na água mais quente.
Alguns minutos depois, Mira me chamou. "Você dormiu aí dentro?"
" Não, caí no ralo."
"Engraçadinha." ela disse com sua voz cômica.
Eu suspirei e desliguei o chuveiro. Sequei meu cabelo e meu corpo com a toalha e coloquei minha camisa e short de novo. Eu escovei os dentes enquanto estávamos lá. O resto eu podia fazer no nosso quarto.
Enquanto saíamos, Noe e Auralee estavam entrando. "Ei Kassia, você deixou alguma água quente para o resto de nós?" Auralee perguntou. Ela sempre parecia bonita no importasse que dia era. Seu cabelo loiro morando, cortado num corte pixie não precisava de nenhuma estilização.
Eu ri. "Claro, mas Mira não deixou." Mira fez cara feia para mim. "Nossa relaxa." eu deu uma cotovelada nela.
"Não antes do meio dia." ela murmurou.
De volta ao nosso quarto, eu desenrolei a toalha do cabelo e parei na frente do espelho por um longo tempo. O mesmo velho cabelo acaju, e a pela extremamente pálida. Pelo menos eu não tinha espinhas. Elas não se atreveriam a aparecer. "Você estava esperando algo diferente?" Mira perguntou, parando ao meu lado. Eu era alguns centímetros mais alta, e alguns quilos mais pesada.
"Não." Eu não podia falar para ela sobre meus pesadelos, como as vezes eu mudava para algo muito aterrorizador neles. Ela se preocuparia muito. Além do mais, são só pesadelos.
Eu fucei a minha penteadeira procurando por minha sombra e batom, em tons de lilás que chamavam atenção para meus olhos. Mira escolheu sombra verde e batom rosa bebê. Seus olhos podiam ser chamados de castanhos claro, mas quando você olhava com mais atenção, você veria que são na verdade um verde azulado, com alguns toques de dourado e marrom espalhados. "Roxo de novo?"
"Violeta." eu corrigi.
"Tanto faz."
"Combina." Eu sorri arrogantemente. Meus olhos realmente eram uma cor de violeta. Sendo curiosa, eu pesquisei uma vez e descobri que olhos violetas eram raros, para ambos os dotados e humanos normais.
Eu coloquei minha jaqueta da escola, que era um pouco longa nos braços, do jeito que eu gostava. Eu sempre comprava camisas longas o suficiente para cobrir pelo menos metade de minhas mãos.
"Pronta para o café da manhã?" Mira perguntou.
"Sim."

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